Sugestão de leitura para a semana
- "Cão como nós", de Manuel Alegre
Dêem-nos a água da vossa sabedoria, que nós a beberemos! Dêem-nos o chão da vossa experiência, que nós o pisaremos! Mas não nos dêem todas as respostas!...


Que a Figueira é uma cidade maravilhosa, com excelente qualidade de vida e condições fantásticas para qualquer desporto radical já todos sabíamos. Agora o que é novidade para todos é que pelo segundo mês consecutivo a capa da revista vert-mag faz menção a atletas Figueirenses. Parabéns aos amigos Nuno Trovão (capa da edição de Setembro) e Luís Pereira “Porkito” (capa da edição de Outubro), pela excelente prestação tida na Austrália e no Tahiti (Dragon Psico Tour) e por levarem o nome da nossa Figueira e do nosso Portugal para portos distantes. Nunca desistam e continuem a lutar com toda a garra contra todas as vicissitudes que vos apareçam pela frente.

Como devem ter visto nas notícias do último dia 11 de Outubro, mais um avião se despenhou contra um arranha-céus
Mas o Zé, que não descansa enquanto não descobre toda a verdade dos factos, foi à procura de respostas para todo este mistério, pondo as suas fontes dentro do Congresso Americano e da Casa Branca a labutar arduamente em busca das soluções para todo este imbróglio.
Chegaram então conclusões incríveis e muito pouco dúbias que nas próximas linhas transcreverei, de referir também que as fontes anónimas citadas são altamente fidedignas e não suscitam da nossa parte qualquer dúvida. Deixo desde já um sério aviso ao novo Procurador-geral da Republica, Dr. Pinto Monteiro, nós não nos acanhamos perante o caso do envelope 9 e nunca mas nunca revelarei quem são as nossas fabulosas e altamente profissionais fontes dentro dos Estados Unidos da América. Olhe, não perca tempo, até já formatei o meu disco que é por causa das coisas!
Não foi atentado! Dizem eles…
Recuemos então até ao 11 de Setembro de 2001 (maldito dia em que gritei “Bem feito! Estes gajos têm a mania de se meter em tudo e com todos!... e não demorou 5 minutos para o meu pai começar a gritar comigo numa fúria que só me fazia lembrar um cão com raiva, “Oh Marco! trás as vacinas!” Vejamos as coisas pelo lado positivo, tivemos para aí 72 horas sem nos falar, ufa! …), a economia mundial estava à beira de um colapso já antecipadamente previsto por vários economistas de renome. Era o escândalo da Enron, o preço do petróleo a aumentar, as acções das empresas da Internet a descer de valor, o Benfica que já não ganhava um campeonato há alguns anos, … enfim variadíssimas conjunturas nos faziam preconizar o começo do apocalipse.
O que é que aconteceu meus senhores? A ruptura de todas as Bolsas foi imediata, o mundo ficou aterrado e em estado de choque, a economia entrou em colapso! Como era possível a nação mais poderosa do mundo, aqueles a quem ninguém pode, estarem a sofrer tamanha humilhação e ataque. O que ninguém se apercebeu é que tudo o que aconteceu já estava para acontecer e estes ataques só vieram antecipar as previsões à muito tidas. Assim sendo os Estados Unidos da América anteciparam-se e apesar do sofrimento inicial (coitados dos que lá ficaram, que descansem em paz), hoje recuperam a um ritmo muito maior que os restantes países mundiais, com as suas industrias a trabalhar arduamente para conseguir manter uma guerra sem fim e o orgulho de um povo que é cego espicaçado. Não nos esqueçamos que foram os EUA quem criou o fantasma de Bin Laden na sua audaciosa cruzada pelo Médio Oriente, com rios e rios de dinheiro que distribuíam ao desbarato para combater o fantasma do comunismo e controlar o Profeta Maomé.
Não foi atentado! Dizem eles…
E o que é que o 11 de Setembro de 2001 tem então a haver com o 11 de Outubro de 2006, bem segundo as minhas supracitadas fontes Americanas, tem tudo! O avião que na ultima quarta-feira se despenhou contra um enorme arranha-céus em Manhattan era pilotado por Cori Lidle, famoso jogador de basebol dos New York Yankees e que ganhava, para quem não sabe, aproximadamente 3,5 milhões de euros ano e pelo seu instrutor de voo. A causa foi a má visibilidade explicam eles, o que não dizem é que o jogado era um fervoroso consumidor de esteróides e marijuana e que por sinal, naquela altura ia com os olhos bem fechados devido à sonolência que se apoderava do seu frágil corpo. Ora como é que alguém num país de pessoas sérias, regradas, ponderadas, bem formadas, poderia deixar que uma pessoa com tantos problemas de toxicodependência, pudesse sequer pensar em tirar um brevet de avião? Porque tudo isto fazia parte de um maquiavélico esquema da Administração Bush para nos colocar perante mais um ataque terrorista e assim não haver outra solução senão dar cobro às suas investidas na luta contra o terrorismo, isto é, o inimigo do mundo.
Só que o tiro saiu-lhes pela culatra, pois o jogador, tamanha era a moca, em vez de acertar no objectivo predefinido pela Administração Bush, a sede da ONU a não muitos metros de distancia do dito edifício, acertou no 30º andar do maldito arranha-céus que lhe apareceu do nada como uma obra do grande Jah. Para alem disto o jogador, diz um empregado do aeroporto de Nova Jersey de onde o avião descolou, estava com uma moca tão mas tão grande que ao escolher o avião se enganou e entrou no pequeno Cirrus SR 20 nem reparando que ao lado deste estava estacionado o grande Boeing 747, no qual deveria fazer o teste de dia 14 de Outubro.
Não foi atentado! Dizem eles…
Não obstante tudo o que correu mal (ou bem segundo as perspectivas), imaginemos que tudo corria como planeado pela Administração Bush. O jogador acertava na sede da ONU, com um Boeing 747! E o que sucederia depois perguntam vocês? Num ápice vários caças F-17 destruiriam todos os estádios de basebol do país (note-se que o futebol esta para a Europa como o basebol para os EUA), com medo que mais algum jogador de basebol fosse cometer uma loucura do género e impondo imediatamente o respeito necessário, por outro lado as suas industrias de construção civil ganhariam novos projectos para novos estádios e consequentemente um novo desafogo financeiro, permitindo uma mais rápida e cada vez maior recuperação económica. A sede da ONU ficaria destruída e o mundo atónito com a situação apoiaria os EUA incondicionalmente na sua Cruzada contra o terrorismo, permitindo que estes poupassem dinheiro com uma guerra em que tomam as rédeas e consequentemente os maiores custos, e permitindo que a sua industria bélica continuasse a proliferar. Com um bocado de sorte todos os países onde os Rastafaris têm um grande poder seriam atacados pois eram também os culpados devido à erva maldita que defendem e incentivam ao consumo e permitindo aos EUA um domínio cada vez maior do mundo.
E agora já acreditam?
Não foi atentado! Dizem eles…
Pássaro que voas na noite,
Porque desde há muito o queria fazer